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sábado, 16 de abril de 2011

até o meu último dia.



Fiz promessa hoje. Prometi, com todo meu coração que nunca vou te abandonar, que nunca irei desprezar os dias que senti sua falta nas minhas manhãs.Prometi que vou fazer de tudo para arrumar algum lugar na minha rotina pra te ver e por o papo em dia. Prometi que nossas conversas, nossa convivência e nossos sonhos serão sempre lembrados com o maior carinho do mundo, porque nesses últimos tempos, sua amizade foi uma das melhores coisas pra mim. Prometi que por mais que uma lágrima cheia de saudade caia eu irei sorrir, pois ela é um pequena prova que nossa amizade foi muito importante. Prometi que por mais que o tempo insista em nos separar eu vou continuar sendo sempre sua amiga, sua grande amiga.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Páginas Válidas

Cada dia é como
Uma nova página de um diário...

Às vezes algumas ventanias, às vezes algumas brisas.
Às vezes muito passadas, às vezes muito esperadas.

Às vezes algumas lembranças, às vezes algumas metas.
Às vezes muito mágicas, às vezes muito fantásticas.

Como ventanias passadas que não se dissipam,
Mas são dissipadas em brisas esperadas.

Como lembranças mágicas que não se transformam,
Mas são transformadas em metas fantásticas.

O importante é que na última página,
As passadas ou esperadas, as mágicas ou fantásticas,
Todas as memórias sejam únicas e mais do que válidas.



Marcos Cardinelli

(Marquitos marcando presença aqui no blog :) )

terça-feira, 30 de novembro de 2010

de coração aberto.

É com o coração extremamente aberto que eu escrevo esse texto. Acho, aliás, tenho completamente certeza que depois que o blog começou a receber visitas além da Bruna e da Laura, eu comecei a sentir que eu não deveria escrever completamente o que passava aqui dentro... mas hoje eu vou fazer diferente! Vou colocar tudo pra fora de forma súbita. Até porque, se eu continuar escondendo atrás de mim eu vou sofrendo cada vez mais.

Quem leu os posts anteriores sabe muito bem que eu morria de medo (sim, medo!) do ano que começaria, 2010. Sentia medo de perder tudo que eu conquistei! Sentia medo de perder aquela turma que me acompanhava no palco, tinha medo que no ano que vem, 2010, eu não iria tão bem na escola quanto eu fui, tinha medo de não conseguir crescer tanto quanto cresci, de não conseguir vivenciar coisas como vivenciei
Ano passado, foi sem menor dúvida o ano que eu mais cresci espiritualmente. Foi o ano que eu sempre sonhei quando dava 00:00 do dia 1 de janeiro. 2009 foi pra mim o ano de descobertas. O ano que eu descobri que felicidade é chegar em casa as 16:30 depois de uma aula de teatro, felicidade era aproveitar cada segundo para entender a cabeça dos seu amigos. Felicidade era descobrir uma banda nova e ir no show dela, mesmo que fosse de baixo de chuva, e lá mesmo se sentir mais em casa do que em sua própria casa.
Vi que dor não era esfolar o joelho e muito menos quebrar a unha. Dor mesmo é perder alguém, é ficar angustiada sem saber o que fazer, é ficar com o coração na mão quando você já sente que depois de um tempo tudo será passado. Dor mesmo é ver sua família chorando a morte de alguém enquanto você tenta esconder todo o seu sofrimento para poder dar apoio.
Entendi que amizade é muito mais do que dizer ''oi, tudo bem?'' quando se vê uma pessoa. Amizade é dividir o que tem dentro de você com alguém que você gosta muito, e saber que independentemente de tudo ela vai estar lá pra falar nem que seja ''fica bem, eu to aqui''.
Aceitei que não precisava de palavras para dizer o que eu sentia. Pelo meu próprio olhar eu me expressava até com mais sensibilidade.
E vivi. Vivi como nunca havia vivido. Vivi de braços abertos e surtando com cada segundo. Vivi sabendo que era a melhor fase que já havia vivido. E respirei cada segundo de um ar jamais respirado, de uma alegria jamais vista e de humildade jamais vivenciada.

Lembro quando era domingo, dia 4 de Dezembro. E quando acabou meu último dia de apresentação... eu chorava muito, chorava sem ter medo das futuras rugas. Chorava porque sabia que tudo aquilo havia acabo e que eu começaria tudo de novo... sem eles. Chorava porque era muito grande guardar tudo aqui dentro de mim.
Chorei tanto que meus olhos e minha cabeça doeram por algum tempo. Chorei na lanchonete, na frente de todo mundo e eu sentia pena que quem nunca viveu o que eu vivi.
O ano virou. Já era 2010 e eu não aceitava de forma alguma que tudo já era passado e rezava toda noite enquanto eu escutava a música que eu ia para o teatro. Pedia que tudo voltasse e que tudo, tudo mesmo desse certo para vocês. Torcia para que eu conseguisse viver sem aquela alegria cotidiana. Torci tanto por vocês que esqueci de mim. E durante esse ano toda passei tão distante de vocês que eu chorava toda noite. Chorava um choro limpo, um choro de saudade.
E eu fui caminhando sem vocês e com um buraco no meu coração. Caminhei até agora acreditando que eu escuderia tudo o que eu sentia.. Mas não! Eu tive que passar uma noite chorando pra aceitar que eu não posso fazer isso comigo mesma.
Nessa caminhada fiz promessas. Prometi parar de tomar refrigerante e consegui. Prometi em ter mais contato com a minha família por parte de pai, e consegui. Prometi que estaria atenta a tudo que eu poderia fazer que destruísse o meio ambiente, e consegui ficar atenta e mudar minha postura. Consegui tanta coisa que eu pedi mais uma vez vocês perto de mim. Mas isso eu não consegui. Não consegui reviver aqueles momentos. Mesmo assim continuei tenteado. Rematriculei no teatro e conheci gente nova... adoro eles, e não é pouco... Mas absolutamente nada, NADA mesmo vai ser como antes.
Lembro tanto de Marcos conversando comigo dizendo que cada ano é melhor que o ano que passou e que eu não poderia ficar assim. Ahhh Marquitos, acho que comigo as coisas funcionam ao contrário.. infelizmente!
De qualquer forma, esse ano eu vivi da forma que deu. Vivi sem vocês. Mas vivi. Vivi chorando a saudade... a saudade que não tem volta.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

''ela pediu paz, por favor''

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/rio-contra-o-crime/noticia/2010/11/forcas-armadas-seguem-no-alemao-ate-entrada-de-upp-diz-cabral.html

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

aceitar

aceitar a mudança é isso:
é fazer com que você perceba a mudança das suas ondas e das suas oscilações. É fazer que você não se encontre do outro lado do espelho, é perceber que o passado é outra cor, e que hoje, a saudade é momentânea e que é revertida em pouco tempo em crescimento espiritual. É se sentir metamorfose em todos os sentidos, tanto no exterior, quanto no interior. É fazer você surtar de braços abertos por suas novas onda e aceitar que no caminho a ser seguido, o futuro nos faz perceber que tudo muda. É aprender aos poucos que viver é mais do que forjar que ama, e ler sobre os que amam, mas sim, amar. Amar de corpo de alma. E amar cada vez mais a metamorfose presente em nós, e fazermos enxergar que a mudança vai ser mais profunda quando existe um alinhamento entre nosso corpo e nossa mente.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

paralelo.

eu estou começando a acreditar que o mundo de imagens realmente é um mundo paralelo. Os meus olhos são hipnotizados e assim eu esqueço toda a atmosfera que me cerca e entro em outra, muito mais colorida e que me faz esquecer que aqui do lado de fora as coisas não são tão possíveis quando a sociedade é feita de más estrapos.